Presidente da Colômbia rejeita sanções dos EUA e defende soberania nacional

Date: Oct 25, 2025
Image title: NEW YORK, NEW YORK - SEPTEMBER 23: President of Colombia Gustavo Petro speaks during the 80th session of the UN’s General Assembly (UNGA) on September 23, 2025 in New York City. World leaders convened for the 80th Session of UNGA, with this year’s theme for the annual global meeting being “Better together: 80 years and more for peace, development and human rights.” (Photo by Alexi J. Rosenfeld/Getty Images)
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou enfaticamente que seu país não é uma colônia de ninguém, em resposta às sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos contra ele, sua esposa, seu filho e o ministro do Interior colombiano. Petro reagiu às críticas do congressista republicano Carlos Gimenez, afirmando que não se curvará a ameaças e extorsões mafiosas. O líder colombiano ressaltou que não adotará posturas agressivas como as do presidente Trump, destacando a importância de defender os direitos do povo e a democracia.

Petro também contestou as acusações do Tesouro dos EUA sobre o aumento da produção de cocaína na Colômbia, classificando-as como "mentirosas". O presidente colombiano defendeu a atuação de seu governo no combate ao narcotráfico e afirmou que as medidas coercitivas dos EUA representam a arbitrariedade de um regime opressor. As sanções incluem o congelamento de possíveis bens norte-americanos e a proibição de transações financeiras para Petro, sua família e o ministro do Interior.

As sanções impostas pelos EUA colocaram o presidente colombiano na lista de líderes mundiais sob medidas restritivas dos Estados Unidos. Petro criticou a postura dos EUA, ressaltando o histórico de combate ao tráfico de drogas na Colômbia e a colaboração na redução do consumo de cocaína nos Estados Unidos. O secretário do Tesouro dos EUA acusou Petro de permitir o crescimento dos cartéis de drogas, levando a um aumento significativo na produção de entorpecentes no país sul-americano.