Ao lado de aliados, Donald Trump lança oficialmente o Conselho da Paz |
| Date: Jan 22, 2026 |
![]() |
| Image title: Ao lado de aliados, Donald Trump lança oficialmente o Conselho da Paz |
| Image credit: Reprodução/X @WhiteHouse |
| Link: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/conselho-de-paz-pode-se-unir-com-as-nacoes-unidas-diz-trump-em-davos/ |
|
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou o lançamento oficial do "Conselho da Paz" nesta quinta-feira (22). A estrutura foi criada para supervisionar a paz na Faixa de Gaza e reconstruir o território palestino. Trump propôs que o conselho também atue em outros conflitos internacionais no futuro. Cerca de 30 líderes mundiais aceitaram participar do conselho, incluindo o presidente argentino, Javier Milei. O ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, foi convidado para integrar o Conselho da Paz, mas ainda não respondeu ao convite. Durante a cerimônia, Trump criticou a Organização das Nações Unidas (ONU) e assinou um documento formalizando o "Conselho da Paz". O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e Jared Kushner, genro de Trump e conselheiro da Casa Branca, também participaram do evento. O plano dos Estados Unidos de reconstrução da Faixa de Gaza foi apresentado na mesma ocasião. Segundo o estatuto do conselho obtido pela agência Reuters, Trump terá mandato vitalício como presidente do grupo e amplos poderes. Países que desejarem um assento permanente no conselho precisarão pagar US$ 1 bilhão. A comunidade internacional expressa preocupações de que o "Conselho da Paz" possa enfraquecer o papel da ONU e se tornar uma espécie de "ONU paralela". O "Conselho da Paz" é parte de um acordo de paz mediado pelos EUA e assinado por Israel e o grupo terrorista Hamas em outubro do ano passado. O plano prevê a desmilitarização e reconstrução da Faixa de Gaza, com supervisão do conselho. O grupo auxiliará no estabelecimento de uma governança eficaz e na prestação de serviços para promover a paz e a estabilidade na região. A estrutura proposta por Trump é criticada por concentrar poder demais em uma única liderança, no caso, a do presidente dos Estados Unidos. |