Após captura de Maduro, Trump ameaça operação militar contra a Colômbia |
| Date: Jan 5, 2026 |
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| Image title: Após captura de Maduro, Trump ameaça operação militar contra a Colômbia |
| Image credit: Foto: Alexandre Durao/G20 |
| Link: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/01/04/declaracao-trump.ghtml |
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou polêmica ao levantar a possibilidade de uma operação militar contra a Colômbia, após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Durante declarações a bordo do avião presidencial Air Force One, no último domingo, 4, Trump criticou o governo colombiano e o presidente Gustavo Petro. Além disso, fez menção sobre a situação política do México e de Cuba, insinuando possíveis intervenções futuras. A ameaça de uma operação militar contra a Colômbia foi feita por Trump em meio a críticas diretas ao presidente colombiano. O republicano declarou que o país sul-americano é governado por "um homem doente" que estaria envolvido com a produção e venda de cocaína para os Estados Unidos. A fala gerou imediata repulsa por parte do presidente colombiano, Gustavo Petro, que classificou a ameaça como ilegítima. Além disso, Trump também se manifestou em relação ao México, afirmando a necessidade de organização do país. O presidente dos EUA mencionou que medidas precisam ser tomadas em relação à nação mexicana, sem dar detalhes sobre possíveis ações futuras. Sobre Cuba, Trump indicou que uma intervenção militar americana provavelmente não será necessária, sugerindo que o país pode enfrentar desafios internos significativos. Após a captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma operação dos Estados Unidos, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo de presidente interina da Venezuela. A decisão foi respaldada pelo Tribunal Supremo de Justiça do país e também pelas Forças Armadas venezuelanas, que reconheceram Rodríguez como líder interina. Enquanto Trump afirmou que os EUA estão "no comando" da Venezuela, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, adotou uma abordagem mais cautelosa, destacando o papel dos EUA na imposição de medidas como a "quarentena do petróleo". |