"No crazy war": em inglês, Maduro pede paz em meio a tensões com os EUA |
| Date: Oct 24, 2025 |
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| Image title: CARACAS, VENEZUELA - OCTOBER 12: President Nicolás Maduro of Venezuela looks on during a rally to commemorate Indigenous Resistance Day on October 12, 2025 in Caracas, Venezuela. (Photo by Jesus Vargas/Getty Images) |
| Image credit: Jesus Vargas - 2025 Getty Images |
| Link: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/10/23/no-crazy-war-please-maduro-pede-em-ingles-que-nao-haja-uma-guerra-maluca-ante-acoes-militares-dos-eua.ghtml |
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fez um apelo pela paz e condenou as ações militares dos Estados Unidos na região, pedindo que não haja uma escalada de conflitos. Maduro criticou firmemente as operações americanas no Caribe e no Pacífico, classificando-as como uma ameaça à soberania da Venezuela. Os EUA intensificaram suas ações contra supostos traficantes de drogas, resultando em diversos ataques que geraram controvérsia e preocupação. Maduro afirmou que as operações militares dos EUA na região têm como objetivo uma mudança de regime para se apropriar do petróleo venezuelano. O presidente também destacou a necessidade de busca pela paz e harmonia, rejeitando veementemente a guerra. Em suas declarações, Maduro enfatizou a importância de evitar um conflito armado e defendeu a resolução pacífica de disputas. As críticas de Maduro surgem em meio à intensificação das ações militares americanas, que incluem a presença de contratorpedeiros, submarinos, barcos com efetivos das forças especiais, destróieres com mísseis guiados, caças F-35, submarino nuclear e cerca de 6,5 mil militares na região. Os ataques realizados pelas forças americanas resultaram na morte de supostos traficantes de drogas, gerando debate sobre a legalidade e as consequências dessas operações. O presidente americano, Donald Trump, anunciou planos de realizar ações militares em terra contra cartéis, sem citar diretamente a Venezuela. Trump afirmou que as operações contra traficantes de drogas continuarão, mesmo diante das críticas e questionamentos sobre a legalidade das ações. A escalada das tensões na região levantou preocupações sobre possíveis desdobramentos e a necessidade de diálogo para evitar um conflito armado. |